Enquanto a guerra comercial entre Estados Unidos e China continua dominando os mercados, o Brasil traça uma estratégia paralela para proteger sua economia. Em meio às tarifas recíprocas aplicadas pelo governo Trump, o país sul-americano sinalizou que manterá diálogo aberto com os EUA, mas, ao mesmo tempo, acelera negociações comerciais com outras regiões estratégicas.
Segundo uma autoridade brasileira citada pela Reuters, o governo Lula não pretende interromper as conversas com Washington, mas já iniciou esforços diplomáticos para fortalecer o comércio com a Ásia, Oriente Médio e União Europeia.
A postura brasileira se mostra pragmática. Com tarifas americanas sobre importações — especialmente nos setores de aço, alumínio e produtos agrícolas — o Brasil teme perder competitividade. Por isso, as autoridades consideram a diversificação de acordos comerciais como essencial para mitigar os impactos da nova ordem econômica global.
Além disso, o Itamaraty está acompanhando de perto o desfecho das medidas tarifárias contra outros países da América Latina, como México e Colômbia, que também foram atingidos. Segundo a fonte, o foco agora é garantir previsibilidade e segurança para os exportadores brasileiros, em especial nos setores mais expostos à demanda internacional.
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