Nesta segunda-feira, o Banco Central realizou dois leilões de venda de dólares com compromisso de recompra, movimentando um total de 2 bilhões de dólares. Essa foi a primeira intervenção cambial sob a gestão de Gabriel Galípolo, novo presidente da instituição.
O primeiro leilão, realizado entre 10h20 e 10h25, totalizou 1 bilhão de dólares com data de recompra prevista para 4 de novembro de 2025, e teve uma taxa de corte de 5,851%. Já o segundo leilão, ocorrido entre 10h40 e 10h45, também movimentou 1 bilhão de dólares, com recompra programada para 2 de dezembro de 2025 e taxa de corte de 5,879%. Ambas as operações utilizaram como base a taxa de câmbio Ptax das 10h, que estava em 6,0781 reais. O Banco Central não detalhou as razões para a realização das intervenções.
Os leilões haviam sido anunciados na sexta-feira à noite e coincidiram com o dia da posse do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump. Tradicionalmente, a autoridade monetária realiza esse tipo de operação no final do ano, especialmente em dezembro, para atender à demanda sazonal por moeda estrangeira.
Em dezembro, o Banco Central vendeu cerca de 32,6 bilhões de dólares ao mercado, considerando tanto leilões de linha quanto operações de venda de moeda sem recompra, em um período marcado pela alta do dólar. A desvalorização do real naquele período foi atribuída à reação negativa do mercado a anúncios do governo no final de novembro, incluindo um pacote de contenção de gastos e uma proposta de reforma do Imposto de Renda, que aumentaram preocupações sobre o controle fiscal.
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