Os mercados internacionais começaram o dia com sinais mistos, refletindo otimismo moderado e expectativa por dados econômicos nos Estados Unidos.
Na Ásia, as principais bolsas encerraram o pregão em leve alta, impulsionadas por ganhos no setor de tecnologia e pela valorização recorde da Nvidia, que superou a marca de US$ 4 trilhões em valor de mercado.
O movimento ajudou a manter o apetite por risco em alta, apesar da introdução de novas tarifas por parte de Donald Trump, que foram amplamente ignoradas pelos investidores.
Na China, o sentimento foi reforçado por expectativas de novos estímulos econômicos, especialmente voltados ao setor de infraestrutura e apoio a consumo interno, enquanto o iene japonês permaneceu estável, favorecendo exportadoras.
O índice MSCI Asia-Pacífico (ex-Japão) subiu cerca de 0,4%, refletindo esse cenário de confiança seletiva. No Japão, os investidores adotaram cautela antes de novos dados de inflação local e de anúncios do Banco Central.
Na Europa, os índices abriram em alta, embalados por sinais de progresso nas negociações comerciais entre União Europeia e Estados Unidos.
O índice STOXX 600 registrava ganhos moderados no início do pregão, enquanto o FTSE britânico avançava com o suporte de ações do setor financeiro e energético.
O mercado europeu também reflete o alívio global após a recente acomodação de tensões geopolíticas e comerciais, mesmo com incertezas em torno de tarifas propostas nos EUA.
Nos Estados Unidos, os futuros de Wall Street operam em leve queda no pré-market. O S&P 500 e o Nasdaq apresentavam recuos de cerca de 0,2%, em um movimento de ajuste após as altas expressivas da véspera.
O foco se desloca agora para os dados econômicos que serão divulgados ao longo do dia, incluindo indicadores do mercado de trabalho e discursos de dirigentes do Federal Reserve, que podem sinalizar os próximos passos da política monetária americana.
Os mercados globais caminham, portanto, em compasso de espera: reagindo positivamente a estímulos e bons resultados corporativos, mas atentos ao cenário macroeconômico e aos possíveis desdobramentos nas decisões de juros.
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