O ouro tem se movimentado dentro de um canal descendente (linhas vermelhas pontilhadas) desde meados de junho, refletindo a cautela dos investidores diante de indicadores macro e dos discursos dos bancos centrais. Agora, próximo aos 3.300 USD, formou-se uma zona de suporte reforçada por três elementos-chave:
Média Móvel de 144 períodos (linha laranja), sinalizando a confluência de longo prazo.
Nível 61% de Fibonacci do recente swing.
Suporte determinante.

Esse “tripé” torna a região um campo de batalha decisivo: quem comprou perto dos 3.246 USD buscaria defender suas posições, enquanto vendedores poderiam pressionar um rompimento de baixa. Vamos analisar os dois desdobramentos possíveis:
1. Cenário de Reversão (Alta)
Se o ouro encontrar demanda suficiente já entre 3.290–3.300 USD e confeccionar um pivô de alta, pode acelerar um rali em três etapas:
Primeira escada: superar o 38,2% de Fibonacci (aprox. 3.320 USD). Um fechamento acima desse patamar sinaliza força imediata.
Segundo patamar: a região entre 3.366 e 3.371 USD (50%–61,8% de Fib), onde frequentemente ocorrem testes de resistência e falsas quebras.
Objetivo estendido: o nível 1,618 de Fibonacci, nos 3.495 USD, projeção que capta o impulso total do último movimento altista.
2. Cenário de Continuação da Queda (Baixa)
Caso o canal mantenha seu controle e o suporte em ~3.300 USD seja rompido com candle de fechamento diário abaixo da WMA 144:
Primeiro alvo negativo: o fundo de 29 de junho, em 3.246 USD (1.0 de Fib).
Extensão bearish: projeção em 1,618 para baixo, aproximando-se de 3.172 USD.
Aviso de risco: As ideias e análises apresentadas neste artigo têm caráter exclusivamente educacional e informativo. Não se tratam de recomendações específicas de compra ou venda de ativos, tampouco substituem a opinião de um profissional habilitado.
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