As negociações comerciais entre Estados Unidos e Japão animaram os mercados nesta semana, impulsionando os índices asiáticos e os futuros das bolsas norte-americanas. O avanço inicial foi acompanhado pela valorização das ações japonesas, após declarações do presidente Donald Trump sobre um "grande progresso" nas conversas bilaterais. O iene enfraqueceu, aliviando temores de interferência cambial nas tratativas.
Na outra ponta, o ouro renovou máximas recentes, refletindo o apetite por proteção diante das incertezas geopolíticas e comerciais. Os rendimentos dos Treasuries e o índice do dólar avançaram levemente, sinalizando uma postura ainda cautelosa por parte dos investidores globais.
Enquanto EUA e Japão já se preparam para a segunda rodada de reuniões, marcada para o fim do mês, o cenário com a China permanece incerto: Pequim exige gestos concretos de Washington antes de retomar as conversas.
Nos Estados Unidos, as falas do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, adicionaram tensão ao mercado. Ao alertar sobre os riscos das tarifas elevarem a inflação e desacelerarem o crescimento, Powell reduziu as expectativas de corte nos juros em maio — agora com apenas 13,5% de chance, segundo o FedWatch.
O setor de tecnologia foi duramente impactado pela nova rodada de restrições à exportação de chips para a China, especialmente após o alerta da Nvidia sobre os custos adicionais. Ainda assim, resultados melhores que o esperado da TSMC ajudaram a recuperar parte das perdas. Enquanto isso, empresas como Intel e AMD enfrentam exigências adicionais de licenciamento para operar no mercado chinês.
Com isso, apesar da recuperação parcial nesta quinta-feira, os principais índices de Wall Street caminham para fechar a semana em queda, encerrando um ciclo de forte volatilidade nos mercados globais.
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