As ações globais recuaram acentuadamente nesta quarta-feira, com o setor de tecnologia no centro da pressão, após o governo dos Estados Unidos impor novas restrições às exportações de chips da Nvidia para a China, aprofundando a guerra comercial e derrubando os mercados.
Os futuros do Nasdaq 100 caíram 1,5%, pressionados por uma queda de 6% nas ações da Nvidia no pré-mercado, em resposta direta às limitações impostas por Washington. A ASML, fabricante europeia de equipamentos para semicondutores, despencou mais de 7% após divulgar pedidos abaixo do esperado, citando fraqueza no setor de chips.
Na Europa, o índice Stoxx 600 caiu 0,8%, refletindo a aversão global ao risco. O dólar recuou, enquanto o franco suíço se fortaleceu com a busca por ativos de segurança. O ouro subiu 2,7%, ultrapassando pela primeira vez a marca de US$ 3.300 a onça, superando a máxima anterior atingida na segunda-feira.
Em paralelo, os títulos do Reino Unido se valorizaram após os dados de inflação de março surpreenderem para baixo, reforçando a expectativa de que o Banco da Inglaterra poderá cortar juros em breve.
Apesar do ambiente tenso, os mercados recuperaram parte das perdas no final da manhã, após surgirem sinais de que a China estaria disposta a negociar com os EUA. Fontes próximas ao governo chinês afirmam que Pequim exige respeito e o fim de comentários públicos ofensivos por parte de autoridades americanas como pré-condição para retomar o diálogo.
No setor de energia, o petróleo se recuperou da queda anterior, impulsionado pelas notícias sobre a abertura da China para possíveis tratativas, o que reduz temores sobre o impacto da guerra comercial na demanda global.
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