As bolsas asiáticas devem abrir de forma moderada após o anúncio de tarifas de 25% sobre aço e alumínio dos EUA, feitas por Donald Trump. O dólar se fortaleceu e o ouro atingiu um recorde. Ações na Austrália subiram ligeiramente, enquanto os futuros para Hong Kong e os EUA ficaram estáveis. No Japão, os mercados estão fechados devido a um feriado. Na Wall Street, a tecnologia liderou a alta, com Nvidia e Meta continuando sua valorização.
Trump impôs tarifas a todos os países, incluindo México e Canadá, a partir de 4 de março, mas pode isentar a Austrália. Também planeja tarifas recíprocas para países que taxam produtos americanos.
Investidores aguardam os dados de inflação desta semana e o depoimento de Jerome Powell, presidente do Fed, no Congresso. A inflação esperada para os próximos anos manteve-se em 3% em janeiro, segundo a Pesquisa de Expectativas do Consumidor do Federal Reserve de Nova York.
Analistas acreditam que dados de inflação, depoimentos de Powell e tarifas comerciais serão cruciais para o mercado. Eles destacam que o S&P 500 precisa evitar mais surpresas negativas para seguir em alta.
Fundos de hedge compraram ações dos EUA na semana passada, após lucros acima do esperado. O S&P 500 subiu 0,7%, o Nasdaq 100 avançou 1,2% e o rendimento dos títulos de 10 anos ficou estável. O petróleo também subiu após a queda na produção russa.
A expectativa é de que as tarifas sejam mais uma tática de negociação do que uma ameaça real. Os traders reagiram comprando ações, prevendo impactos menores
Segundo o Deutsche Bank, a resiliência das ações pode provocar uma escalada comercial, resultando em recuos no mercado, embora esses movimentos geralmente sejam de curta duração. Especialistas em gestão de ativos destacam que a diversificação continua sendo essencial para enfrentar a incerteza política global. Será que essa estratégia será suficiente para proteger os investimentos diante de um cenário tão volátil?
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