Ações Panorama de Mercado
Bolsas mundiais sobem com resultados corporativos e alívio na inflação no Brasil
Mercados asiáticos e europeus registram alta com otimismo global, enquanto IGP-10 recua e fortalece expectativas econômicas no Brasil
17/07/2025 09h02 Atualizada há 7 meses
Por: Redação

As bolsas da Ásia encerraram o pregão desta quinta-feira em terreno positivo, refletindo a confiança dos investidores e impulsionando o apetite por ativos de risco em mercados internacionais. O índice Nikkei, do Japão, subiu 0,60%, atingindo 39.901,19 pontos, enquanto o Kospi sul-coreano avançou 0,19%, aos 3.192,29 pontos. O Taiex de Taiwan registrou elevação de 0,31%, fechando em 23.113,28 pontos. Na China, o Xangai Composto subiu 0,37% (3.516,83 pontos) e o Shenzhen Composto avançou 1,19% (2.146,08 pontos). O único destaque negativo foi o Hang Seng, de Hong Kong, que recuou levemente 0,08%, a 24.498,95 pontos.

Já na abertura do pregão europeu, o clima é igualmente positivo. As principais bolsas do continente registram ganhos após uma sequência de sessões negativas. Por volta de 6h49 (horário de Brasília):

O índice Stoxx 600, que reúne as maiores empresas da Europa, apresentava valorização de 0,73%, chegando a 545,81 pontos. Os índices reagem à divulgação de resultados trimestrais robustos e pela expectativa de avanços em negociações comerciais com os EUA.

No pré-mercado dos Estados Unidos, os índices futuros operam de forma volátil à espera de resultados de grandes companhias como GE, TSMC, Abbott Labs e PepsiCo. O investidor monitora atentamente, além dos balanços, a divulgação das vendas no varejo de junho e indicadores de emprego e atividade industrial. Os dados devem ser determinantes para o sentimento do mercado e para as apostas sobre a condução da política monetária pelo Federal Reserve ao longo do segundo semestre.

Destaques Econômicos do Dia

O tom positivo nas principais bolsas internacionais nesta quinta-feira indica otimismo entre investidores, alimentado tanto por fundamentos corporativos quanto por indicadores macroeconômicos benignos.

No Brasil, sinais de desaceleração na inflação e controle das contas públicas são bem-vistos, enquanto internacionalmente o mercado monitora com atenção a evolução dos dados econômicos americanos e desdobramentos da temporada de balanços.

O equilíbrio entre inflação, juros e crescimento segue no centro das atenções para o segundo semestre, com volatilidade esperada à medida que bancos centrais ao redor do mundo avançam em suas estratégias de política monetária.